O m�s de novembro tem como mote a campanha "NOVEMBRO AZUL", m�s mundial de combate ao c�ncer de pr�stata que tem como objetivo alertar e informar os homens da import�ncia de realizar os exames para a preven��o do c�ncer de pr�stata.
Neste intuito, convidamos no ultimo dia 24 de novembro de 2018 a enfermeira Sra. Magna Hofmann representando o hospital do munic�pio de S�o Jos� do Inhacor� para uma conversa com o nosso time abordando a import�ncia de realizar o exame de preven��o e tirar d�vidas relacionados ao tema.
O c�ncer de pr�stata, tipo mais comum entre os homens, � a causa de morte de 28,6% da popula��o masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao c�ncer de pr�stata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do C�ncer (Inca).
- Dores ao urinar;
- Vontade de urinar com frequ�ncia;
- Presen�a de sangue na urina e/ou no s�men.
- Ra�a: homens negros sofrem maior incid�ncia deste tipo de c�ncer;
- Obesidade
O que � a pr�stata?
� uma gl�ndula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal fun��o, juntamente com as ves�culas seminais, � produzir o esperma.
Sintomas:
Na fase inicial, o c�ncer de pr�stata n�o apresenta sintomas e quando alguns sinais come�am a aparecer, cerca de 95% dos tumores j� est�o em fase avan�ada, dificultando a cura. Na fase avan�ada, os sintomas s�o:
? dor �ssea;
Fatores de risco:
? hist�rico familiar de c�ncer de pr�stata: pai, irm�o e tio;
Preven��o e tratamento:
A �nica forma de garantir a cura do c�ncer de pr�stata � o diagn�stico precoce. Mesmo na aus�ncia de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao m�dico avaliar altera��es da gl�ndula, como endurecimento e presen�a de n�dulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (ant�geno prost�tico espec�fico). Cerca de 20% dos pacientes com c�ncer de pr�stata s�o diagnosticados somente pela altera��o no toque retal. Outros exames poder�o ser solicitados se houver suspeita de c�ncer de pr�stata, como as bi�psias, que retiram fragmentos da pr�stata para an�lise, guiadas pelo ultrassom transretal.
A indica��o da melhor forma de tratamento vai depender de v�rios aspectos, como estado de sa�de atual, estadiamento da doen�a e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade h� a op��o da vigil�ncia ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolu��o da doen�a intervindo se houver progress�o da mesma.
Fontes:
Ag�ncia Brasil